
A verdade está onde o eterno está. O eterno, por sua vez, está em tudo. Sua definição comporta a infinitude, o não divido em partes. A alma é mais simples de conhecer do que o corpo, pois esta, não é divisível como o corpo. A alma é eterna porque é simples. As partes do corpo se dividem e morrem. Já a alma não pode ser divida e por isso mesmo não pode morrer.
Os sentimentos que a alma comporta são eternos, porque também não podem ser divididos ou mensuráveis. Não posso dizer “tenho cinco metros de raiva hoje”.
Alma é eterna, o amor está na alma, então, o amor é eterno. Não se pode lutar contra o que nunca feneceu nem nunca fenecerá. Somos todos eternos amantes.
Se a alma é mais fácil de conhecer do que o corpo, pelos motivos anunciados acima, como conseqüência explicita, o amor é mais fácil de conhecer do que qualquer outra coisa que seja divisível.
Aqueles que não conhecem a alma não conhecem, por conseguinte, a verdade acerca das coisas. Conhecimento é o conhecimento daquilo que nos faz feliz. Conhecer algo que não nos encaminhe para a felicidade é perda de tempo e ilusão de mundo.
Conhecer o eterno é conhecer o que é verdadeiro por excelência, é poder vislumbrar o que o vir a ser não corrompe. Mas, vivemos sobre a ordem do devir, então, quando nos exortamos à busca do que é verdadeiro, chegamos por fim aquilo que é eterno.
Tocar o eterno é tornar-se eterno. Tornar-se eterno é conhecer a mais bela e única verdade. Conhecer a única verdade é ser guiado até o mais nobre dos sentimentos. O amor que reside na alma é o bem mais valioso para a felicidade.
Por fim, o supremo objeto de conhecimento e felicidade é o eterno e suas conseqüências belas e virtuosas. A alma, simples, jamais perecerá. Aquilo que anima não pode comportar o seu oposto. A eternidade nos garante a felicidade e o conhecimento único acerca de toda vida humana e para além dela.
Tocar o eterno é conhecer a alma e seu sentimento mais nobre. Portanto, conhecer o que nunca deixou de existir é conhecer, como resultado, a si mesmo.
Os sentimentos que a alma comporta são eternos, porque também não podem ser divididos ou mensuráveis. Não posso dizer “tenho cinco metros de raiva hoje”.
Alma é eterna, o amor está na alma, então, o amor é eterno. Não se pode lutar contra o que nunca feneceu nem nunca fenecerá. Somos todos eternos amantes.
Se a alma é mais fácil de conhecer do que o corpo, pelos motivos anunciados acima, como conseqüência explicita, o amor é mais fácil de conhecer do que qualquer outra coisa que seja divisível.
Aqueles que não conhecem a alma não conhecem, por conseguinte, a verdade acerca das coisas. Conhecimento é o conhecimento daquilo que nos faz feliz. Conhecer algo que não nos encaminhe para a felicidade é perda de tempo e ilusão de mundo.
Conhecer o eterno é conhecer o que é verdadeiro por excelência, é poder vislumbrar o que o vir a ser não corrompe. Mas, vivemos sobre a ordem do devir, então, quando nos exortamos à busca do que é verdadeiro, chegamos por fim aquilo que é eterno.
Tocar o eterno é tornar-se eterno. Tornar-se eterno é conhecer a mais bela e única verdade. Conhecer a única verdade é ser guiado até o mais nobre dos sentimentos. O amor que reside na alma é o bem mais valioso para a felicidade.
Por fim, o supremo objeto de conhecimento e felicidade é o eterno e suas conseqüências belas e virtuosas. A alma, simples, jamais perecerá. Aquilo que anima não pode comportar o seu oposto. A eternidade nos garante a felicidade e o conhecimento único acerca de toda vida humana e para além dela.
Tocar o eterno é conhecer a alma e seu sentimento mais nobre. Portanto, conhecer o que nunca deixou de existir é conhecer, como resultado, a si mesmo.



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