depois
da embriaguez,
sentirei a sua falta;
depois dos vários risos,
sentirei essa indefinida tristeza
de estar longe de você.
quando a noite finda
e o céu enfermo
anuncia chuva,
eu sei
que voltarei ao meu antigo lar.
Da boca, que outrara, se fazia alegria,
nascerá o verbo mole.
Dos olhos, que descreviam órbitas,
brotará esse pequeno tremor
por sentir-me pobre novamente.
todos já se foram
e chove fraqueza...
nessas horas, sim, nessas horas
é que eu sei
que a vida não valia tanto assim...
sábado, 11 de julho de 2009
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